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    improvisaras-ma

    Feito à pressa, e, como tal, deficiente ou defeituoso....


    surpreendente | adj. 2 g.

    Que surpreende, que toma de improviso....


    ab abrupto | loc.

    Sem preparação; de modo súbito ou intempestivo....


    hot | adj. 2 g. 2 núm.

    Diz-se da música jazz da década de 20 do século XX, de ritmo acentuado e melodia improvisada....


    abada | n. f.

    Cavidade improvisada em aba, avental ou saia para receber algo no regaço....


    repente | n. m.

    Ato espontâneo e irrefletido (ex.: teve um repente colérico e abandonou a reunião)....


    sobressalto | n. m.

    Assalto repentino, acometimento imprevisto....


    assustado | adj. | n. m.

    Que se assustou....


    repentismo | n. m.

    Qualidade de repentista (ex.: a obra surgiu num acesso de criatividade e repentismo)....


    partideiro | adj. | n. m.

    Relativo a samba de partido-alto (ex.: encontro de mestres partideiros)....


    desgarrada | n. f.

    Cantiga popular improvisada ao desafio....


    tablado | n. m.

    Palco dos teatros improvisados....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.