Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Pesquisa por "estandardizar" nas definições

padronizar | v. tr. | v. tr. e pron.
    Servir de padrão, de modelo a....

standardizar | v. tr. e pron.
    O mesmo que estandardizar....

uniformizar | v. tr. e pron.
    Tornar ou ficar uniforme....

prefabricar | v. tr.
    Fabricar componentes estandardizados para serem montados posteriormente no local onde o todo vai ficar instalado (ex.: prefabricar casas de madeira)....

ISO | sigla
    Sigla do inglês International Organization for Standardization [Organização Internacional para a Estandardização]....

estandardizar | v. tr. e pron. | v. tr.
    Unificar ou unificarem-se os padrões de....

prefabricado | adj. | n. m.
    Que é fabricado antecipadamente, em componentes estandardizados separados, para ser montado no lugar onde vai ficar instalado (ex.: casa prefabricada; módulo prefabricado)....

prefabricação | n. f.
    Sistema de construção de um conjunto (casa, navio, etc.) com elementos estandardizados, fabricados antecipadamente e reunidos segundo um plano preestabelecido....

pré-fabricado | adj. | n. m.
    Que é fabricado antecipadamente, em componentes estandardizados separados, para ser montado no lugar onde vai ficar instalado (ex.: pavilhão pré-fabricado; laje pré-fabricada)....

Dúvidas linguísticas


É correcto usar a expressão às páginas tantas?
A locução a páginas tantas surge registada em vários dicionários de língua portuguesa, inclusive no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, na entrada página. O uso da crase nesta locução (às páginas tantas) é relativamente usual, a julgar pelo número de ocorrências em corpora e motores de pesquisa da Internet e, apesar de a locução apenas se encontrar dicionarizada sem a crase, não pode ser considerada incorrecta, uma vez que a contracção à é comum antes de substantivos femininos.



Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.
Como deverá ser do seu conhecimento, a Priberam, sendo uma empresa privada, não teve qualquer intervenção ou influência na redacção, aprovação e/ou aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, limitando-se apenas a adaptar os seus produtos de cariz linguístico a um acordo com valor legislativo e a divulgar as novas regras por ele estipuladas, permitindo assim aos utilizadores da língua portuguesa e dos produtos e serviços da Priberam uma familiarização gradual com a nova grafia. É de referir que a Priberam tem feito uma análise crítica do texto legal e dos problemas colocados na sua aplicação efectiva, como poderá verificar na secção Acordo Ortográfico em www.flip.pt.

A ortografia é um conjunto de regras convencionadas; como tal, é artificial e muitas vezes com motivações pouco claras para o utilizador.

No caso específico da alteração de pára que passa a para, (cf. Base IX, 9.º), o texto da “Nota Explicativa” (no ponto 5.4.1) que se segue ao texto do Acordo Ortográfico, pretende justificar esta alteração da seguinte forma:
“a) Em primeiro lugar, por coerência com a abolição do acento gráfico já consagrada pelo Acordo de 1945, em Portugal, e pela Lei n.º 5765, de 18 de Dezembro de 1971, no Brasil, em casos semelhantes, como, por exemplo: acerto (ê), substantivo, e acerto (é), flexão de acertar; acordo (ô), substantivo, e acordo (ó), flexão de acordar; cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; sede (ê) e sede (é), ambos substantivos; etc.;
b) Em segundo lugar, porque, tratando-se de pares cujos elementos pertencem a classes gramaticais diferentes, o contexto sintáctico permite distinguir claramente tais homógrafas.”

É de referir que esta opção parece ser inconsistente com o estipulado no n.º 3 da Base VIII para o caso do verbo pôr e da preposição por: "3.º Prescinde-se de acento gráfico para distinguir palavras oxítonas homógrafas, mas heterofónicas/heterofônicas, do tipo de cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; colher (ê), verbo, e colher (é), substantivo. Excetua-se a forma verbal pôr, para a distinguir da preposição por." Repare-se como o critério que é válido para pôr/por não parece ser suficiente no caso de pára/para, o que é revelador de falta de sistematicidade.

Por outro lado ainda, este Acordo Ortográfico de 1990 admite, na Base IX, 6.º b), a grafia fôrma, a par de forma, apesar de se tratar da reinserção de uma grafia que já fora abolida quer no português europeu, quer no português do Brasil, e de contrariar, de alguma forma, o disposto na mesma base, ponto 10.º.

Palavra do dia

es·pon·só·ri·o es·pon·só·ri·o


(latim sponso, -are, casar + -ório)
nome masculino

1. Promessa de casamento recíproca e solene entre noivos.

2. Cerimónia de casamento.


SinónimoSinônimo Geral: DESPONSÓRIO, DESPOSÓRIO, ESPONSAIS, ESPONSÁLIAS

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Pesquisar/estandardizar [consultado em 13-06-2021]