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    espremesse-mo

    lagarada | n. f.

    Porção de frutos que se espreme de uma vez no lagar....


    palilho | n. m.

    Rolo de madeira em que os tintureiros torcem e espremem as meadas....


    adufa | n. f.

    Estrutura feita de tabuinhas colocada na parte exterior de uma janela de vidraça....


    cincho | n. m.

    Molde onde se aperta o queijo....


    gorra | n. f.

    Gorro curto....


    pio | n. m.

    Pia usada para pisar espremer uvas ou azeitonas em lagar de vinho ou de azeite....


    burusso | n. m.

    Resíduo de frutos espremidos....


    magma | n. m.

    Mistura pastosa, mais ou menos fluida, de matérias minerais em fusão, proveniente das zonas profundas da Terra, onde as rochas foram submetidas a pressões e a temperaturas elevadíssimas....


    pisa | n. f.

    Ato de pisar....


    alacir | n. m.

    Suco da uva ou da azeitona espremida....


    cortiça | n. f.

    Casca do sobreiro, do sobro e da azinheira....


    expressão | n. f.

    Ato ou efeito de exprimir ou de se exprimir....


    vara | n. f.

    Haste de árvore ou de arbusto....


    tipiti | n. m.

    Recipiente cilíndrico tecido de palha em que se espreme a mandioca antes de ir ao forno....


    apertar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Tornar mais estreito....


    apremer | v. tr. | v. pron.

    Fazer pressão ou compressão em....


    empesar | v. tr.

    Espremer o bagaço (das uvas) para lhe extrair o vinho....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?