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    enterro-mas

    depresso | adj.

    Em estado de depressão....


    deprimente | adj. 2 g.

    Que deprime ou causa depressão....


    sepultado | adj.

    Que se sepultou; enterrado; inumado....


    camotim | n. m.

    Grande pote de barro onde algumas tribos indígenas metiam cadáveres para os enterrar....


    choradeira | n. f.

    Ato ou efeito de chorar muito e impertinentemente....


    impacte | n. m.

    O mesmo que impacto....


    impacto | adj. | n. m.

    Metido à força....


    saimento | n. m.

    Ação ou efeito de sair....


    síndone | n. m.

    Espécie de lençol usado pelos romanos e empregado especialmente em envolver os cadáveres quando se enterravam....


    piramboia | n. f.

    Peixe encontrado na Amazónia e no Paraguai, que, durante a estação seca, se enterra na lama....


    ataúde | n. m.

    Caixa comprida, destinada a conter o corpo do defunto que vai ser enterrado ou cremado....


    botija | n. f.

    Frasco cilíndrico de grés, de boca estreita e gargalo curto....


    carpideira | n. f.

    Mulher a quem se paga para prantear nos enterros....


    catacumba | n. f.

    Galeria subterrânea onde se enterravam os mortos e se escondiam os primitivos cristãos....


    mortório | n. m.

    Claro onde não germinou a semente (numa seara ou sementeira)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?