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Pesquisa por "electrizar" nas definições

electrizar | v. tr. | v. pron.
    Desenvolver ou comunicar propriedades eléctricas em, ou transmiti-las....

galvanizar | v. tr.
    Electrizar por meio de pilha galvânica ou voltaica....

insulador | adj. | n. m.
    Instrumento sobre que se coloca o corpo que se quer electrizar; isolador....

potencial | adj. 2 g. | n. m.
    Relativo a potência....

electrizador | adj. n. m.
    Aparelho que permite electrizar-se a si mesmo....

excitador | adj. n. m.
    Que ou aquele que excita....

isolador | adj. n. m. | n. m.
    Instrumento em que se coloca o corpo que se quer electrizar....

raio | n. m.
    Fluido eléctrico que se desprende da nuvem electrizada....

ião | n. m.
    Elemento proveniente da dissociação electrolítica de um composto....

ciclotrão | n. m.
    Aparelho que fornece partículas electrizadas, animadas de grande velocidade e susceptíveis de produzir transmutações químicas (utilizado em energia nuclear)....

Dúvidas linguísticas


Gostava de saber se a vossa ferramenta FLiP pode corrigir palavras com especificação de gênero, sugerindo palavras que não especificam gênero masculino ou feminino. Por exemplo, a correção de "menino" para "menine", para ser neutro.
O FLiP (Ferramentas para a Língua Portuguesa) oferece verificação e sugestões de correcção em casos de concordâncias de género, número e pessoa. No entanto, no caso especificado não se trata de um erro de concordância, mas de uma tomada de posição sociopolítica que, por opção individual, se reflecte linguisticamente, e que os correctores ortográficos, sintácticos e estilísticos não incorporam por não se tratar de prática generalizada pelos falantes e escreventes do português nem estar consignada pelos instrumentos legais que dispõem sobre a ortografia da língua portuguesa.
Adicionalmente, deve referir-se que, em português, o género gramatical não corresponde sempre ao sexo da entidade referente. Além disso, a língua portuguesa, tal como é usada pelos falantes e descrita pelas gramáticas, não tem género neutro, sendo o género em português uma categoria morfossintáctica dos nomes que admite apenas dois valores (feminino e masculino).

Em geral, quando associado a um nome animado, o género aplica-se a entidades de sexo masculino ou feminino, mas a oposição de género masculino/feminino não se limita a esta distinção, havendo, principalmente nos nomes inanimados, convenções linguísticas que não têm nenhum referente relacionado com o sexo (ex.: o frasco , a garrafa). Para além disso, os nomes epicenos (ex.: elefante [fêmea/macho]) e os nomes sobrecomuns (ex.: o cônjuge; a vítima), apesar de terem um valor único de género, podem designar entidades de sexo feminino ou masculino.
Os nomes de dois géneros (ou nomes comuns de dois), quando a mesma forma se pode aplicar ao género feminino e ao masculino, são ambíguos quanto ao género, mas o contexto sintáctico geralmente resolve essa ambiguidade (ex.: a/o estudante aplicada/o). A oposição de género reflecte-se ainda na referência ou substituição por um pronome, na concordância com modificadores (adjectivos, por exemplo) ou na presença de sufixos ou desinências.

A alteração de menino ou menina para *menine, *meninx, *menin@ ou outro tipo de soluções gráficas sem marcação de género não seria propriamente uma correcção, pois do ponto de vista ortográfico essas seriam consideradas formas erradas, uma vez que a ortografia é a parte da língua mais convencional e a única sujeita a textos legais. A alteração para desinências sem marcação explícita de género é uma opção individual do utilizador da língua, que o corrector automático não pode aplicar à generalidade dos usuários nas frases típicas alvo de correcção.




Como se deve escrever, no meio de um texto: Estados-Membros ou Estados-membros (estando a ser referidos, por exemplo, os países que integram a UE)? Escrever-se-á Vice-Presidente ou Vice-presidente?
O uso das maiúsculas está previsto pelos documentos legais que regulam a ortografia do português (o Acordo Ortográfico de 1990, ou, anteriormente, o Acordo Ortográfico de 1945, para o português europeu, e o Formulário Ortográfico de 1943, para o português do Brasil).

Os textos legais não prevêem explicitamente o uso das maiúsculas para palavras hifenizadas (ex.: vice-presidente, estado-membro). No entanto, nesses textos há exemplos (ex.: Albergaria-a-Velha, Acordo Luso-Brasileiro, Grã-Bretanha) e observações (ex.: referência ao uso de minúscula inicial para partículas monossilábicas no interior de vocábulos compostos ou de expressões que têm iniciais maiúsculas) em que se deduz, por analogia, que nesses casos as várias partes da palavra hifenizada deverão ter maiúsculas (ex.: Vice-Presidente, Estado-Membro), excepto se se tratarem de artigos definidos, contraídos ou não, ou de outros monossílabos gramaticais (ex.: Trás-os-Montes).

É de salientar ainda que se um nome comum hifenizado tiver de ser maiusculizado por estar em início de frase (e não pela decisão do utilizador de usar maiúsculas), apenas a primeira letra da palavra hifenizada deverá estar em maiúscula (ex.: Estado-membro denuncia acordo).

Palavra do dia

vi·trí·o·lo vi·trí·o·lo


(latim tardio vitriolum, do latim vitrum, -i, vidro)
nome masculino

[Antigo]   [Antigo]   [Química]   [Química]  Nome vulgar do ácido sulfúrico e de alguns sulfatos.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Pesquisar/electrizar [consultado em 26-09-2022]