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    Pesquisa nas Definições por:

    educam-mo

    cortês | adj. 2 g.

    Que usa de cortesia (ex.: pessoa muito cortês)....


    descortês | adj. 2 g.

    Que não mostra cortesia ou delicadeza (ex.: atitude descortês; pessoa descortês)....


    Relativo à pedagogia (ex.: método pedagógico)....


    pio | adj.

    Inclinado à piedade....


    prendado | adj.

    Que recebeu prenda ou dádiva....


    Relativo aos fenómenos sociais na sua relação com a educação e o ensino....


    Relativo ao ecoturismo ou a turismo que respeita o meio ambiente e que estimula a educação ambiental (ex.: áreas de interesse ecoturístico; empreendimento ecoturístico)....


    -trofia | elem. de comp.

    Exprime a noção de crescimento ou desenvolvimento (ex.: hipertrofia)....


    classudo | adj.

    Que tem muita classe, educação ou distinção....


    educado | adj.

    Que recebeu educação; que se educou....


    De modo educado (ex.: discordar educadamente)....


    distinto | adj.

    Que não se pode confundir com outro....


    aluno | n. m.

    O que recebe de outrem educação ou instrução....


    calipedia | n. f.

    Preceitos para procriar filhos formosos....


    disciplina | n. f. | n. f. pl.

    Conjunto de leis ou ordens que regem certas coletividades....


    escolástico | adj. | n. m.

    Relativo a escolas ou à escolástica....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.