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    catedrático

    toga | n. f.

    Traje preto e comprido, usado por advogados e solicitadores em tribunal e por professores catedráticos e doutorados em ocasiões especiais....


    catedrático | adj. | adj. n. m.

    Que mostra modos de dizer ou de fazer forçados ou pouco naturais; que mostra afectação (ex.: tom catedrático)....


    assistente | adj. 2 g. n. 2 g. | n. 2 g. | n. f.

    Que ou quem coadjuva médico ou professor catedrático, podendo substituí-lo na sua ausência (ex.: médica assistente; o professor adoeceu e o seminário foi dado pelo assistente)....


    cátedra | n. f.

    Cadeira destinada a professor catedrático....


    livre-docente | n. 2 g.

    Professor universitário contratado por concurso para substituir eventualmente o professor catedrático....


    beca | n. f. | n. 2 g.

    Traje preto e comprido, usado por magistrados em tribunal, por professores catedráticos em ocasiões solenes e por alguns estudantes, seminaristas ou membros de confrarias em ocasiões especiais....



    Dúvidas linguísticas


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.


    Na frase: Nós convidámo-vos, o pronome é enclítico, o que obriga à omissão do -s final na desinência -mos ao contrário do que o V. corrector on-line propõe: Nós convidamos-vos, o que, certamente, é erro. Nós convidamos-vos, Nós convidámos-vos, Nós convidamo-vos, Nós convidámo-vos: afinal o que é que está correcto?