Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Pesquisa por "bloqueio" nas definições

neurogénico | adj.
    Que tem origem nervosa (ex.: bloqueio neurogénico intestinal; dor neurogénica)....

quimiopreventivo | adj.
    Relativo a quimioprevenção ou ao uso de medicamentos ou agentes químicos na prevenção, reversão ou bloqueio do cancro....

barreira | n. f.
    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....

conclusionista | n. 2 g.
    Estudante que defende ou vai defender conclusões magnas....

diafragma | n. m.
    Músculo que separa o peito do abdómen....

blackout | n. m.
    Bloqueio de informação transmitida à comunicação social, por parte de uma figura pública ou entidade....

capetinha | n. 2 g.
    Criança muito irrequieta ou faz muitas travessuras....

chupa-cabra | n. m.
    Animal ou entidade que é considerado responsável pela morte misteriosa de animais domésticos, nomeadamente de cabras, no continente americano, em especial na América Central e América do Sul....

bloqueio | n. m.
    Acto ou efeito de bloquear....

oclusão | n. f.
    Bloqueio de uma passagem....

obsessão | n. f.
    Importunação perseverante....

blecaute | n. m.
    Bloqueio de informação transmitida à comunicação social, por parte de uma figura pública ou entidade....

naloxona | n. f.
    Substância que combate ou neutraliza a acção de opiáceos (ex.: a naloxona bloqueia o efeito dos opióides)....

desobsessão | n. f.
    Tratamento da influência negativa exercida por um espírito sobre outro....

quimioprevenção | n. f.
    Uso de medicamentos ou de agentes químicos na prevenção, na reversão ou no bloqueio do cancro (ex.: agentes quimiopreventivos)....

despigmentante | adj. 2 g. n. m.
    Diz-se de ou substância que reduz ou bloqueia a produção de melanina (ex.: creme despigmentante; recomenda-se um despigmentante para peles sensíveis)....

Dúvidas linguísticas


Acho que se escreve boa fé e má fé e não boa-fé e má-fé, como sugere o dicionário. Estou certo?
A tradição lexicográfica portuguesa consagrou o uso do hífen em boa-fé e em má-fé e são estas grafias que aparecem registadas nas principais obras de referência da língua portuguesa contemporânea, nomeadamente em vocabulários, como o Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves (Coimbra: Coimbra Ed., 1966) ou o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Lisboa: Ed. Âncora, 2001), e em dicionários, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Verbo, 2001), o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Lisboa: Círculo de Leitores, 2002) ou o Novo Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa (Curitiba: Positivo, 2004).

O uso do hífen é problemático para os utilizadores da língua, pois obedece a regras pouco evidentes e algo contraditórias e é por vezes ditado por uma tradição lexicográfica que os falantes desconhecem. No caso específico de boa-fé, esta dificuldade torna-se evidente numa pesquisa em corpora ou em motores de busca da internet, podendo observar-se a ocorrência da palavra hifenizada a par da locução boa fé, inclusivamente em textos jurídicos. Estes casos, não estando previstos nas bases do Acordo Ortográfico que regulam o uso do hífen, regem-se geralmente pela tradição lexicográfica, motivo pelo qual é aconselhável optar pela grafia boa-fé, atestada na maioria das obras de referência, em detrimento da locução boa fé.




Na frase seguinte estou com uma dúvida: Pouco depois de saírem do cinema, Maria e Manuel apareceram no café onde tinham combinado com os amigos. A primeira frase pouco depois de saírem do cinema estará correcta? Não ficará melhor pouco depois de sair do cinema?
Nas orações temporais, como pouco depois de saírem do cinema, usa-se geralmente o infinitivo flexionado. Nos casos em que o sujeito da oração subordinada é o mesmo da oração subordinante, mas em que o mesmo não está expresso, como na frase que refere, pode também ser usado o infinitivo impessoal (pouco depois de sair do cinema, Maria e Manuel apareceram no café onde tinham combinado com os amigos). Ambas as hipóteses que menciona são então possíveis, apesar de ser mais frequente o uso do infinitivo flexionado neste tipo de orações temporais.

Se, no entanto, houver um sujeito expresso na oração subordinada temporal, é obrigatório o infinitivo flexionado (pouco depois de eles saírem do cinema, Maria e Manuel apareceram no café onde tinham combinado com os amigos; *pouco depois de eles sair do cinema, Maria e Manuel apareceram no café onde tinham combinado com os amigos; o asterisco indica agramaticalidade).

Palavra do dia

so·bre·a·no so·bre·a·no


(sobre- + ano)
nome masculino

[Brasil: Regionalismo]   [Brasil: Regionalismo]  Rês, geralmente novilho, com mais de um ano.

Confrontar: soberano.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Pesquisar/bloqueio [consultado em 31-01-2023]