Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub
blecauteblecaute | s. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

ble·cau·te |blè| ble·cau·te |blè|
(inglês blackout)
substantivo masculino

1. Perda temporária da consciência.

2. Escuridão provocada pela interrupção nocturna do fornecimento de electricidade. = APAGÃO

3. Perda parcial ou total de memória ou da visão.

4. [Militar]   [Militar]  Escuridão provocada pela interrupção de luz eléctrica a uma determinada área como medida de segurança em caso de ataque aéreo nocturno.

5. Bloqueio de informação transmitida à comunicação social, por parte de uma figura pública ou entidade.

pub

Parecidas

Palavras vizinhas

Anagramas

Esta palavra em blogues

Ver mais
Blogues do SAPO

Esta palavra no Twitter

Dúvidas linguísticas


Qual o plural de "cor de laranja"?
A locução cor de laranja pode ser usada como adjectivo ou como substantivo masculino, como pode verificar no Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa.

Como adjectivo, a locução não flexiona, sendo usada a mesma forma para o masculino e para o feminino, tanto no singular como no plural (ex.: casaco cor de laranja; blusa cor de laranja; sandálias cor de laranja; sapatos cor de laranja).

Como substantivo masculino (ex.: o cor de laranja fica-lhe bem), a locução admite a forma plural cores de laranja (ex.: era grande a diversidade de cores de laranja).

A explicação acima aplica-se também ao substantivo cor-de-rosa (hifenizado com ou sem a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990), que não admite flexão como adjectivo (ex.: fitas cor-de-rosa), mas flexiona como substantivo (ex.: o artigo existe em vários cores-de-rosa diferentes). No entanto, é de referir que os dicionários e vocabulários brasileiros consultados consagram a classificação de substantivo masculino de dois números para cor-de-rosa, o que quer dizer que no Brasil o substantivo é invariável (ex.: o artigo existe em vários cor-de-rosa diferentes). A mesma lógica poderá ser aplicada à locução cor de laranja no português do Brasil.




Se, de fato, o novo acordo ortográfico dos países de língua portuguesa começar a vigorar, no qual será extinto o trema (¨), como saberemos a pronúncia correta do "QUE" em certa palavras como seqüestro, onde o "U" é pronunciado, e querida, onde não é.
A ortografia é um conjunto de regras convencionadas, e, como tal, é artificial e às vezes “pouco amiga do utilizador”. O mais das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve. No caso do trema, a sua utilização parece resolver alguns problemas, mas pode criar outros, sobretudo na aprendizagem da pronúncia a partir da escrita.

Sendo o trema um sinal ortográfico convencionado para assinalar que uma vogal não forma ditongo com outra vogal que está imediatamente antes ou depois, no português do Brasil, este sinal usa-se apenas sobre o -u- nos grupos de letras güe, güi, qüe ou qüi, para indicar que o -u- é também lido (se o -u- for tónico, em vez de um trema usa-se um acento agudo, ex.: averigúe). Mas esta regra cria também casos em que há várias grafias possíveis (como nas grafias de sangüinário/sanguinário), quando há pronúncias alternativas possíveis, o que pode criar dúvidas nos falantes.

A abolição do trema com a entrada em vigor do novo acordo ortográfico será uma questão de habituação, como para muitas outras convenções ortográficas (por exemplo, em 1945 em Portugal e em 1971 no Brasil, a abolição de distinção ortográfica com acento circunflexo diferencial em palavras como acerto [verbo] / acêrto [substantivo]), pois os utilizadores da língua ou já conhecem as palavras ou consultam obras de referência (recorde-se que o trema no português de Portugal foi instituído em 1920 e suprimido em 1945, excepto em nomes estrangeiros e seus derivados, e que isso não constringe os falantes).

Esta reflexão é particularmente pertinente se tivermos em conta que no português do Brasil, em 1971, o trema já havia sido abolido nos hiatos átonos, onde tinha a mesma função de assinalar que uma vogal não forma ditongo com a anterior. Por exemplo, em agauchar, arcaizante, juizinho, paraibano, proibição, reunião, sauval, viuvez, entre muitas outras palavras, estamos perante hiatos (isto é, grupos de duas vogais que não formam ditongo, logo pertencem a sílabas diferentes), grafados sem trema, para cuja correcta pronúncia (do ponto de vista etimológico, pelo menos) será necessário conhecer a palavra ou a sua etimologia (ex.: agauchar < gcho), consultar um dicionário que tenha essa informação (por exemplo, o Dicionário Houaiss ou o Dicionário Aurélio têm pequenas indicações de ortoépia) ou perguntar a quem sabe (que é o que fazem geralmente as crianças ou os estudantes de português).

pub

Palavra do dia

quan·tos·-que·res quan·tos·-que·res
(plural de quanto + forma de querer)
substantivo masculino de dois números

[Jogos]   [Jogos]  Folha de papel dobrada de modo a formar um objecto que se abre e fecha com a ajuda dos dedos e que se usa como brincadeira. (Equivalente no português do Brasil: come-come.)

pub

Mais pesquisadas do dia

Siga-nos



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/blecaute [consultado em 16-01-2019]