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    acertes-mo

    vasqueiro | adj.

    Que tem um desvio nos olhos....


    De modo acertado (ex.: o aluno respondeu acertadamente à questão)....


    dedo | n. m.

    Cada um dos prolongamentos articulados que terminam as mãos e os pés do homem e as extremidades de outros animais....


    cheio | adj. | n. m.

    Que tem dentro tanto quanto pode conter....


    mitógrafo | n. m.

    Aquele que escreve acerta dos mitos....


    trincho | n. m.

    Travessa ou prato grande sobre que se trincha....


    chute | n. m.

    Pontapé forte na bola (ex.: chute de fora da área)....


    acerto | n. m.

    Ato de acertar....


    asserto | n. m.

    Proposição que se julga verdadeira....


    mosca | n. f. | n. 2 g.

    Designação comum a diversos insetos dípteros, de diversas famílias....


    muche | n. f.

    Ponto negro no centro de um alvo....


    roleta | n. f.

    Jogo de azar em que se pretende acertar no número e cor onde vai parar uma bola branca lançada no sentido contrário ao de uma roda dividida geralmente em 37 sectores numerados de 0 a 36, e coloridos alternadamente em vermelho e preto (e verde para 0)....


    apanha-bolas | n. 2 g. 2 núm.

    Indivíduo, geralmente jovem, responsável por apanhar e devolver aos jogadores as bolas que saem de campo (ex.: o tenista bateu violentamente a bola e acertou numa apanha-bolas). [Equivalente no português do Brasil: gandula.]...


    atino | n. m.

    Acerto; tino....


    exação | n. f.

    Extremo rigor em exigir o pagamento de contribuições, dívidas, etc....


    jogadeira | n. f.

    Bola que se impele com o taco em jogos de bilhar e afins para acertar em outra ou em outras....



    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?