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    vigamos

    Que sofreu tratamento, baseado na aplicação controlada de forças, destinado a aumentar a sua resistência (ex.: betão pré-esforçado, viga pré-esforçada)....


    protendido | adj.

    Que sofreu tratamento, baseado na aplicação controlada de forças, destinado a aumentar a sua resistência (ex.: betão protendido, viga protendida)....


    abraçadeira | n. f.

    Chapa de ferro para reforçar vigas ou paredes....


    lacunário | n. m.

    Intervalo entre duas vigas....


    sobreliminar | n. m.

    Viga atravessada sobre os esteios perpendiculares da ponte levadiça....


    Instrumento que mede os desvios em relação a uma linha, de uma direção ou de uma posição....


    asnamento | n. m.

    Conjunto das asnas de um vigamento....


    asnaria | n. f.

    Conjunto das asnas de um vigamento....


    fieira | n. f.

    Aparelho destinado a converter os metais em fio....


    jacente | adj. 2 g. | n. m.

    Que jaz....


    picadeiro | n. m.

    Lugar onde os picadores ensinam ou amestram os cavalos (ex.: picadeiro ao ar livre; picadeiro coberto)....


    peso | n. m.

    Qualidade do que é pesado....


    tangão | n. m.

    Viga vertical, com ferros atravessados, à qual se prendem bastidores de teatros....


    tirante | adj. 2 g. | n. m. | prep.

    Que tira ou puxa....


    vigamento | n. m.

    Conjunto das vigas que fazem parte de uma construção....


    viguês | adj. | n. m.

    Relativo a Vigo (Galiza, Espanha)....


    cabeçote | n. m.

    Testeira do banco de carpinteiro....


    contrafeito | adj. | n. m.

    Falsificado; imitado fraudulentamente....


    longarina | n. f.

    Cada uma das vigas longitudinais em que assenta uma armação ou estrutura, como o tabuleiro de uma ponte, o mecanismo de uma locomotiva, o estrado de um automóvel, etc., por oposição a transversina....



    Dúvidas linguísticas


    Será que me poderiam ajudar a perceber qual é o origem etimológica mais provável da palavra (apelido) Malafaia?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?