Pesquisa nas Definições por:

    tostemos-lhes

    corado | adj.

    Que tem boas cores no rosto; afogueado; tostado....


    grelhada | n. f.

    Prato tostado na grelha ou em tacho ou frigideira sem gordura, geralmente carne ou peixe....


    canapé | n. m.

    Assento longo de palhinha ou estofado, com braços e recosto....


    tosta | n. f.

    Torrada....


    tostadela | n. f.

    Ato ou efeito de tostar de leve....


    toste | n. m. | adj. 2 g. | adv.

    Ato de brindar ou beber à saúde de alguém....


    sanduicheira | n. f.

    Aparelho para fazer sanduíches quentes ou tostas....


    tostadeira | n. f.

    Aparelho para fazer tostas ou sanduíches quentes....


    tosteira | n. f.

    O mesmo que tostadeira....


    grelhado | adj. | n. m.

    Que se grelhou....


    crestar | v. tr.

    Queimar superficialmente, levemente....


    estonar | v. tr.

    Tirar a tona ou a casca a....


    tisnar | v. tr.

    Tornar negro como carvão; tostar; requeimar....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a origem da palavra jet set?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?