PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    TORASSE-MOS

    torado | adj.

    Feito em toros ou toradas....


    arrasto | n. m.

    Ato ou efeito de arrastar ou de se arrastar....


    falca | n. f.

    Toro ou peça de madeira desbastada com machado ou enxó....


    falheiro | n. m.

    Primeira tábua que se separa de um toro ou tronco quando este se serra longitudinalmente em várias tábuas, e que é sempre falha na face externa....


    tora | n. f.

    Livro que contém os textos sagrados judaicos. (Com inicial maiúscula.)...


    torga | n. f.

    Designação dada a várias plantas arbustivas da família das ericáceas....


    atora | n. f.

    Pedaço de pau cortado em peças regulares; toro....


    tora | n. f.

    Carne do rancho correspondente a cada marmita....


    torada | n. f.

    Cada um dos toros em que se serra um tronco....


    toragem | n. f.

    Ato ou efeito de torar....


    fedegosa | n. f.

    Vulvária (planta)....


    trancaria | n. f.

    Grande porção de trancas....


    tranco | n. m.

    Salto largo das cavalgaduras....


    torá | n. f.

    Livro que contém os textos sagrados judaicos. (Com inicial maiúscula.)...


    toró | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem perdeu a falange de qualquer dedo da mão....


    tarolo | n. m.

    Pequeno toro de lenha....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?