PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    TASCANDO-ME

    bangalé | n. m.

    Festança campestre....


    bouceira | n. f.

    Estopa grosseira que se tira do linho....


    propina | n. f.

    Gorjeta, gratificação....


    taberna | n. f.

    Loja onde se vende vinho a retalho....


    frege | n. m.

    Estabelecimento modesto, popular e geralmente pouco asseado, que vende bebidas e refeições....


    bodega | n. f.

    Taberna suja....


    tascante | adj. 2 g. | n. m.

    Que tasca....


    tasqueiro | n. m. | adj.

    Indivíduo que é proprietário ou empregado de uma tasca....


    tomento | n. m.

    Parte fibrosa e áspera do linho; estopa grossa....


    locanda | n. f.

    Pequena mercearia....


    tascar | v. tr.

    Tirar o tasco a (o linho)....


    tasquinhar | v. tr. e intr.

    Separar, com tasquinha ou espadela, o tasco do linho....


    bonzão | adj. | adj. n. m.

    Que é muito bom (ex.: é uma tasca com comida boazona)....


    tasquinha | n. f. | n. 2 g.

    Utensílio plano de madeira para bater o linho e limpá-lo dos tascos ou partes fibrosas....


    espadela | n. f.

    Utensílio plano de madeira para bater o linho e limpá-lo dos tomentos ou partes fibrosas....


    taco | n. m.

    Pau com que se impelem as bolas no jogo do bilhar ou em jogos como o golfe....


    tasca | n. f.

    Ato ou efeito de tascar (o linho)....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?