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    SENTAVAM-TOS

    aterrado | adj.

    Que se aterrou ou assustou....


    atordoado | adj.

    Que perdeu os sentidos, em resultado de pancadas, quedas ou comoção....


    Que não está contraído; que não apresenta rigidez muscular....


    doído | adj.

    Que sente dor....


    Que é muito sensível ao calor ou que sente muito calor; que se encalma facilmente....


    estonteado | adj.

    Que sente perturbação temporária dos sentidos ou da razão....


    feliz | adj. 2 g.

    Que tem ou revela felicidade, contentamento....


    filiforme | adj. 2 g.

    Delgado como um fio (ex.: pena filiforme)....


    ledo | adj.

    Que denota, sente ou contém alegria, contentamento, júbilo....


    malquisto | adj.

    A que não se quer bem; por quem se sente antipatia....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?