Pesquisa nas Definições por:

    sedai-vos

    setáceo | adj.

    Que tem sedas ou pelos....


    academia | n. f.

    Sociedade, pública ou privada, de caráter artístico, científico ou literário....


    batagem | n. f.

    Operação para enredar os fios destramados dos casulos da seda....


    chercónia | n. f.

    Tecido indiano, de seda e algodão....


    encanhadeira | n. f.

    Pequena dobadoira para meadas de seda....


    diabetes | n. 2 g. 2 núm.

    Designação dada a um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por abundantes secreções de urina e por possíveis complicações crónicas variadas....


    escocesa | n. f.

    Fazenda de lã ou seda tecida em riscas cruzadas de cores vivas....


    falhe | n. m.

    Tecido de seda de qualidade superior....


    garfete | n. m.

    Peça cilíndrica por onde passa o fio de seda na operação da binagem....


    lapim | n. m.

    Larápio....




    Dúvidas linguísticas


    Como se fala: segue em anexo, segue o anexo ou segue anexo?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.