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    reputaram

    malquisto | adj.

    A que não se quer bem; por quem se sente antipatia....


    putativo | adj.

    Que é reputado ser o que não é....


    Que não tem boa reputação; que não goza de grande admiração (ex.: estabelecimento malconceituado)....


    calúnia | n. f.

    Acusação falsa que fere a honra ou a reputação....


    protesto | n. m.

    Declaração enérgica e solene de que se reputa ilegal alguma coisa....


    reputação | n. f.

    Conceito; opinião pública, favorável ou desfavorável....


    desdouro | n. m.

    Ato ou efeito de desdourar....


    horror | n. m. | n. m. pl.

    Sensação de medo que faz arrepiar o cabelo e a pele....


    antorismo | n. m.

    Substituição de uma palavra por outra que se reputa mais própria ou mais enérgica....


    severianos | n. m. pl.

    Hereges que negavam a canonicidade dos livros que a Igreja reputa canónicos....


    crédito | n. m. | n. m. pl.

    Crença, confiança, fé no que diz alguém....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber uma palavra em português que comece com "vl"? Exemplo: Vladimir, mas não pode ser nome próprio.


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?