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    roscaste-tos

    fêmeo | adj.

    De fêmea ou a ela relativo....


    Que se reaproveitou (ex.: pão duro reaproveitado para fazer pão ralado)....


    trincafio | n. m. | n. m. pl.

    Fio branco e delgado de obra de sapateiro....


    volume | n. m.

    Espaço ocupado por um corpo qualquer....


    helicoide | adj. 2 g. | n. m. ou f.

    Em forma de hélice ou semelhante a hélice (ex.: rosca helicoide)....


    empanado | adj. | n. m.

    Envolto em ovo batido e coberto de pão ralado ou de farinha de trigo....


    cassonete | n. m.

    Peça para fazer a rosca aos parafusos....


    mosquetão | n. m.

    Peça que, na extremidade de um fio ou de uma corrente, o liga com uma argola a um objeto, geralmente pendente (ex.: mosquetão do relógio de bolso)....


    rosquilha | n. f.

    Pão com formato de aro retorcido....


    rosquilho | n. m.

    Pão com formato de aro retorcido....


    schnitzel | n. m. 2 núm.

    Carne de lombo cortada transversalmente em fatias não muito grossas e fritas depois de coberto de ovo e pão ralado....


    sameira | n. f.

    Tampa circular, metálica e sem rosca, que veda garrafas de refrigerante ou de cerveja....


    fornaço | n. m.

    Rosca de pão, feita para as crianças, quando se coze a fornada....


    grampa | n. f.

    Instrumento para apertar, por meio de roscas ou parafusos....


    milanesa | n. f.

    Tecido antigo, proveniente de Milão....


    estilógrafo | n. m.

    Caneta cujo cabo forma um depósito de tinta acionado por um êmbolo roscado, ou que contém um depósito de tinta fixo ou amovível; caneta de tinta permanente....


    casquilho | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que se veste com demasiado apuro ou enfeites....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se o feminino de anjo é anja e se está certo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?