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    Pesquisa nas Definições por:

    RIZARDES

    empunidouro | n. m.

    Cada um dos garrunchos em que passam as empuniduras quando as velas entram nos rizes....


    empunidura | n. f.

    Cabo com que se amarra a vela quando esta se introduz nos rizes....


    micorrizo | n. m.

    Fungo que se associa de maneira simbiótica à raiz de uma planta....


    arrizar | v. tr. | v. intr.

    Meter nos rizes....


    portucha | n. f.

    Cada uma das ilhós por onde se enfiam os rizes....


    rizado | adj.

    Que se rizou....


    rizadura | n. f.

    Manobra que consiste em meter as velas nos rizes, para diminuir a superfície do pano exposta ao vento....


    riz | n. f.

    O mesmo que rizes....


    enrizar | v. tr. e intr.

    Meter nos rizes para diminuir a superfície do pano da vela exposta ao vento (ex.: enrizar a vela de estai; se o vento aumentar, há que enrizar)....


    rizar | v. tr. e intr.

    Meter nos rizes para diminuir a superfície do pano da vela exposta ao vento (ex.: rizar a vela grande; se o vento aumentar, vamos rizar)....


    rizes | n. m. pl.

    Espécie de atacadores que nas velas se passam por uns ilhós para diminuir a superfície do pano exposto ao vento, em caso de vento muito forte....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?