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    REPARASTES-MOS

    notado | adj.

    Notável, afamado....


    Que envolve reparação, indemnização ou retratação....


    excluindo | prep.

    Usa-se para introduzir algo que não faz parte de um grupo ou de um todo (ex.: a despesa ronda várias centenas de euros, excluindo a reparação do outro veículo)....


    alimento | n. m. | n. m. pl.

    O que serve para conservar a vida aos animais ou aos vegetais....


    falca | n. f.

    Toro ou peça de madeira desbastada com machado ou enxó....


    mecânico | adj. | n. m.

    Relativo às leis do movimento e do equilíbrio....


    remonta | n. f.

    Compra de gado cavalar ou muar para o exército....


    luthier | n. m.

    Artesão que fabrica ou repara instrumentos de corda com caixa-de-ressonância (ex.: Stradivari era luthier)....


    angioplastia | n. f.

    Técnica médico-cirúrgica destinada a reparar, desobstruir ou modificar um vaso, geralmente uma artéria (ex.: angioplastia percutânea)....


    Operação que visa a reparação ou reconstrução de uma válvula cardíaca....


    remanufatura | n. f.

    Processo industrial aplicado a produtos usados que sofrem desmontagem, limpeza e reparação ou substituição de componentes, para posteriormente serem novamente montados e testados....


    Sutura do períneo, geralmente para reparar uma episiotomia....


    episiorrafia | n. f.

    Sutura do períneo ou nos tecidos à volta da vulva, geralmente para reparar uma episiotomia....


    lutherie | n. f.

    Local onde se fabricam ou reparam instrumentos de corda com caixa-de-ressonância; local onde trabalha o luthier....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?