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    refine-mas

    areado | adj.

    Coberto de areia....


    bizarro | adj.

    Que se destaca pela postura, distinção, elegância (ex.: porte bizarro)....


    lepto- | elem. de comp.

    Exprime a noção de delgado, fino, miúdo (ex.: leptodonte)....


    lampante | adj. 2 g.

    Diz-se do azeite virgem de qualidade inferior, com grau de acidez elevado e geralmente destinado a refinação....


    mascavado | adj.

    Não refinado (ex.: açúcar mascavado)....


    refinado | adj.

    Que se refinou; puro; claro; transparente....


    superfino | adj.

    Muito fino (ex.: farinha superfina)....


    charro | adj. | n. m.

    Que não tem delicadeza ou refinamento....


    mascavo | n. m. | adj.

    Ato de mascavar....


    leptina | n. f.

    Proteína produzida pelas células adiposas, com funções na regulação do apetite e no armazenamento de gordura....


    costado | n. m. | adj.

    Parte lateral do corpo desde a anca até à axila....


    refinaria | n. f.

    Fábrica de refinação....


    refino | n. m. | adj.

    Ato ou efeito de refinar....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
    Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.