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    RECEIES-TAS

    aziago | adj.

    Que é de azar ou o faz recear....


    metuendo | adj.

    Que mete medo (ex.: escuridão metuenda)....


    timorato | adj.

    Que teme errar, que receia ofender, que não se atreve a atuar ou a executar....


    mimético | adj.

    Relativo a mimese ou a mimetismo....


    Fórmula para exprimir o desejo de que algum perigo, mal ou calamidade que receamos não aconteça....


    uiofobia | n. f.

    Aversão patológica aos filhos....


    sobrosso | n. m.

    Medo, receio (ex.: com calma e sem sobrosso)....


    Central hidroelétrica de potência inferior a 10 megawatts (ex.: a população receia que a mini-hídrica desfigure a paisagem)....


    acrofobia | n. f.

    Receio patológico de lugares muito altos....


    estasiofobia | n. f.

    Receio patológico de não poder estar de pé....


    perspetiva | n. f.

    Arte de figurar no desenho as distâncias diversas que separam entre si os objetos representados....


    temor | n. m.

    Medo, receio; sentimento respeitoso....


    medo | n. m.

    Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaça, reais, hipotéticos ou imaginários....


    ânsia | n. f.

    Perturbação acompanhada por dificuldade em respirar....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?