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    RASOURAIS-MOS

    rasado | adj.

    Nivelado com rasoura....


    raseiro | adj.

    Que tem pouco fundo (ex.: embarcação raseira)....


    rasourado | adj.

    Que não tem cogulo ou em que se passou a rasoura....


    rasadura | n. f.

    Ato ou efeito de rasar....


    rasão | n. m.

    Peça para tirar o que fica acima das bordas de um recipiente usado para medir....


    rodado | adj. | n. m.

    Que tem roda; que tem vestígios de rodas....


    arrasadeira | n. f.

    Peça roliça que serve para tirar o cogulo às medidas....


    arrasador | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Que ou aquele que arrasa....


    arrasar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. pron.

    Fazer raso....


    nível | n. m.

    Instrumento que serve para determinar a horizontalidade de algo (ex.: nível de bolha; nível de pedreiro)....


    rasoira | n. f.

    O mesmo que rasoura....


    rasar | v. tr. | v. pron.

    Passar a rasoura pela medida....


    raso | adj. | n. m.

    Rente, cérceo, rapado, cortado até ao rés de....


    rasa | n. f.

    Medida de capacidade para secos, equivalente ao alqueire....


    rasoura | n. f.

    Peça roliça que serve para tirar o cogulo às medidas....


    rasoirar | v. tr.

    O mesmo que rasourar....


    rasourar | v. tr.

    Tirar o cogulo com a rasoura....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?