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    Pesquisa nas Definições por:

    Procedeste-lhe

    ambígeno | adj.

    Que procede de duas espécies diferentes....


    dedutivo | adj.

    Que procede por dedução (em oposição a indutivo)....


    diatésico | adj.

    Que tem caráter de diátese ou que procede dela....


    emergente | adj. 2 g.

    Que emerge; que resulta ou procede....


    Enunciado sob a forma interrogativa....


    indutivo | adj.

    Que procede por indução....


    invito | adj.

    Que procede contra a própria vontade....


    neolatino | adj.

    Diz-se das línguas modernas derivadas do latim....


    Diz-se das regras judiciais que respeitam à instrução do processo, ao procedimento das partes e dos juízes....


    semitonado | adj.

    Que procede por meios-tons ou que pertence ao género cromático....


    Antes de tudo; no início (ex.: procedeu à averiguação dos dados primeiramente referidos)....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?