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    porem-me

    alqueivado | adj.

    Diz-se da terra que foi posta de alqueive....


    alarmante | adj. 2 g.

    Que põe em alarme....


    aviado | adj.

    Posto a caminho, preparado para viagem....


    cósmico | adj.

    Do universo ou a ele relativo....


    cruciante | adj. 2 g.

    Que crucia ou crucifica....


    esbraseado | adj.

    Que se esbraseou; que foi posto ou transformado em brasa....


    expulso | adj.

    Posto fora; evacuado....


    Diz-se de uma parte do sistema nervoso que é posta em ação por agentes externos, independentemente da vontade. (Feminino: excitomotriz.)...


    helíaco | adj.

    Do Sol ou a ele relativo....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra stress pode ser utilizada em português?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?