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    moldou-to

    dúctil | adj. 2 g.

    Que pode ser estendido na fieira ou a martelo sem se quebrar....


    -plastia | elem. de comp.

    Exprime a noção de cirurgia ou operação plástica (ex.: rinoplastia)....


    chavão | n. m.

    Chave muito grande....


    gambota | n. f.

    Molde ou arco de madeira para a construção de uma abóbada....


    gancha | n. f.

    Gadanha para o feno....


    moldado | adj. | n. m.

    Que se moldou....


    Polímero do propileno que se usa como material termoplástico de moldagem....


    cloroplasto | n. m.

    Corpúsculo das células vegetais que contém clorofila....


    cloroplasta | n. m.

    Corpúsculo das células vegetais que contém clorofila....


    cofragem | n. f.

    Estrutura, em madeira ou metal, instalada para evitar desmoronamentos em poços, trincheiras, etc....


    eburina | n. f.

    Designação de um composto industrial de resíduos de ossos e marfim reduzidos a pó e metidos em moldes aquecidos....


    figurante | n. 2 g.

    Pessoa que, em cinema, televisão ou teatro, participa com papel decorativo ou pouco importante, geralmente sem falas....


    filigrana | n. f.

    Obra de ourivesaria formada de fios de ouro ou prata delicadamente entrelaçados e soldados....


    manequim | n. m. | n. 2 g.

    Boneco que, figurando um corpo humano, serve de estudo ou de molde....


    jito | n. m.

    Cano que leva para o molde o metal fundido....



    Dúvidas linguísticas


    Como se escreve: apologia a alguma coisa ou apologia de alguma coisa?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.