PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    MODERASTE-MA

    equânime | adj. 2 g.

    Que é constante, sereno ou imparcial; que tem ou revela equanimidade....


    farfalhudo | adj.

    Que chama muito a atenção, geralmente pela garridice ou pelo excesso dos adornos, pelas farfalheiras (ex.: chapéu farfalhudo)....


    infrene | adj. 2 g.

    Que não tem freio (ex.: carro infrene)....


    mediano | adj.

    Nem grande nem pequeno....


    modesto | adj.

    Que tem ou revela modéstia....


    opíparo | adj.

    Que apresenta abundância, riqueza ou luxo....


    prudente | adj. 2 g.

    Que tem prudência....


    sóbrio | adj.

    Que é moderado no comer, no beber, e em geral em todos os apetites sensuais....


    medido | adj.

    Que se mediu....


    Conselho de moderação, aplicável a todas as coisas....


    comedido | adj.

    Que mostra moderação ou comedimento....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?