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    MATOU-OS

    alongado | adj.

    Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....


    carneeiro | adj.

    Que serve para cortar carne ou matar reses....


    ensilhado | adj.

    Diz-se da decocção de mate à qual se junta erva fresca para reforçá-la....


    estilado | adj.

    Feito segundo o bom estilo....


    etnicida | adj. 2 g.

    Que mata ou extingue um povo ou uma raça....


    Morto por estrangulação; apertado, constrangido....


    exânime | adj. 2 g.

    Desfalecido; desmaiado; sem alento; morto....


    findo | adj.

    Que acabou....


    leteu | adj.

    Relativo ao Lete ou Letes, um dos rios do Hades, reino dos mortos da mitologia grega, cujas águas provocavam o esquecimento....


    larvicida | adj. 2 g.

    Que mata as larvas....


    marado | adj.

    Que perdeu a razão ou apresenta perturbações mentais....


    muricida | adj. 2 g.

    Que mata os ratos....


    Que põe termo a instância ou ação judicial por ter acabado o prazo legal; que causa perenção....


    semiânime | adj. 2 g.

    Meio morto; desfalecido; exânime....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o termo correcto: quotidiano ou cotidiano?


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?