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    Pesquisa nas Definições por:

    LIDES-TAS

    boiante | adj. 2 g.

    Que boia ou flutua....


    lidado | adj.

    Fatigante; trabalhoso....


    in albis | loc.

    Sem ter estudado, sem ter lido, sem ter tido conhecimento ou sem ter percebido....


    arrocheiro | n. m.

    O que lida com bestas de carga....


    arena | n. f.

    Parte central do recinto onde se lidam touros....


    faina | n. f.

    Trabalho da tripulação de um navio....


    labuta | n. f.

    Ato ou efeito de labutar....


    lado | n. m.

    Lugar ou parte que fica à direita ou à esquerda de alguma coisa....


    melípona | n. f.

    Género de abelhas sem ferrão, da família dos apídeos e da subfamília dos meliponíneos....


    triga | n. f.

    Grande atividade ou trabalho intenso....


    bufarinhice | n. f.

    Atividade de bufarinheiro ou de quem lida com bufarinhas....


    Transformação de um código ou de uma linguagem que estava convertida para ser lida por um computador em linguagem de programação....


    lida | n. f.

    Leitura rápida ou sem muita atenção....


    brega | n. f.

    Disputa acompanhada de confronto físico....


    pressa | n. f.

    Necessidade ou desejo de acabar ou de chegar pronto....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.