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    iram-vos

    escamado | adj.

    Que se escamou; que ficou sem escamas....


    infenso | adj.

    Que se opõe a (ex.: normas infensas ao regulamento vigente)....


    iracundo | adj.

    Que demonstra um humor irascível ou é propenso à ira....


    irado | adj.

    Dominado pela ira....


    nemésico | adj.

    Que é instrumento de vingança....


    vade-retro | interj.

    Indica desejo de que algo ou alguém se afaste....


    assanhado | adj.

    Que tem muita sanha (ex.: gato assanhado)....


    ab ira | loc.

    Num impulso de cólera (ex.: nunca se deve deixar tomar uma decisão grave ab ira)....


    Expressão de Tácito, anunciando que escrevera sine ira et studio a história dos acontecimentos já nele distantes, usada para indicar o que devem ser as qualidades de historiadores, jornalistas, comentadores ou analistas....


    diabo | n. m. | interj.

    Cada um dos anjos maus....


    Ato de escandecer; estado daquilo que é escandecente....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se o feminino de anjo é anja e se está certo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?