Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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diabodiabo | s. m. | interj.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

di·a·bo di·a·bo
substantivo masculino

1. Cada um dos anjos maus. = SATANÁS

2. Génio do mal, espírito das trevas. (Geralmente com inicial maiúscula.) = DEMÓNIO, SATANÁS

3. [Figurado]   [Figurado]  Pessoa de mau génio ou de qualquer outra má qualidade.

4. Pessoa feia.

5. Pessoa astuta ou habilidosa.

6. Criança turbulenta.

7. Aparelho das fábricas de tecidos.

interjeição

8. Expressão que denota impaciência, ira, admiração, etc.


fazer o diabo a quatro
Causar grande rebuliço, confusão.

levar-se do diabo
Enfurecer-se.

onde o diabo perdeu as botas
[Informal]   [Informal]  Lugar muito distante e incerto; onde Judas perdeu as botas.

pobre diabo
[Portugal]   [Portugal]  Pessoa insignificante. = HOMÚNCULO, JOÃO-NINGUÉM, ZÉ-NINGUÉM

[Portugal]   [Portugal]  Pessoa submissa ou sem iniciativa.

[Portugal]   [Portugal]  Pessoa com fracos recursos financeiros.

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Dúvidas linguísticas


Negocia ou negoceia? Em português de Portugal, a 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo é negocia ou negoceia? Aprendi na escola (portuguesa) e sempre disse negoceia e qual o meu espanto que aqui, na Priberam, aparece o vocábulo negocia na conjugação do verbo. Como no corrector de português de Portugal a expressão Ele negocia não apresenta erro, deduzo que as duas formas estarão correctas. Se por aqui, no Brasil, o termo usado é negocia, pergunto qual o termo que um português deve aplicar.
No português de Portugal é aceite a dupla conjugação do verbo negociar nas formas do presente do indicativo (negocio/negoceio, negocias/negoceias, negocia/negoceia, negociam/negoceiam), do presente do conjuntivo (negocie/negoceie, negocies/negoceies, negocie/negoceie, negociem/negoceiem) e do imperativo (negocia/negoceia, negocie/negoceie, negociem/negoceiem), ao contrário do português do Brasil, que apenas permite a conjugação com a vogal temática -i- e não com o ditongo -ei- (negocio, negocias, etc.).

A mesma diferença de conjugação entre as duas normas do português (europeia e brasileira) apresentam os verbos derivados de negociar (desnegociar, renegociar), bem como os verbos agenciar, cadenciar, comerciar, diligenciar, licenciar, obsequiar e premiar.




Gostaria de saber qual a forma correcta: "há falta de amigos, ele falava sozinho" ou "à falta de amigos, ele falava sozinho."
No caso que refere, a frase correcta é à falta de amigos, ele falava sozinho.

A locução à falta de difere da construção há falta de, estando ambas correctas se usadas nos contextos apropriados.

A primeira, à falta de, é uma locução preposicional equivalente a “no caso de ausência de” ou “não havendo” (ex.: à falta de batatas, pode pôr só cenouras e nabos na sopa) e é sinónima da locução na falta de, formando uma locução adverbial com o substantivo ou grupo nominal que se lhe segue.

A construção há falta de é composta pelo verbo haver e pelo substantivo falta seguido da preposição de para indicar a ausência de alguma coisa (ex.: há falta de papel na impressora).

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Palavra do dia

no·er·gi·a no·er·gi·a
(grego nóos, noûs, mente, pensamento + grego érgon, -ou, trabalho + -ia)
substantivo feminino

[Filosofia]   [Filosofia]  Actividade ou trabalho intelectual.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/diabo [consultado em 21-11-2019]