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    embucei-nos

    encapotado | n. m.

    Indivíduo embuçado em capa ou capote....


    rebuçado | adj. | n. m.

    Que se rebuçou....


    rebuço | n. m.

    Parte da capa para esconder o rosto....


    Que se desembuçou ou que se descobriu....


    embuçado | adj. | n. m.

    Que se embuçou ou encobriu....


    desembuçar | v. tr. | v. pron.

    Tirar o rebuço; descobrir a cara....


    embuçar | v. tr. | v. pron.

    Tapar (o rosto) até aos olhos....


    encapotar | v. tr. | v. pron.

    Cobrir com capote....


    rebuçar | v. tr. e pron.

    Cobrir ou tapar-se com rebuço....


    osco | adj. | n. m.

    Relativo aos oscos, antigo povo que habitava a Península Itálica, entre a Campânia e o território habitado pelos volscos....


    embuço | n. m.

    Parte da capa com que se cobre a cara....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de solicitar o esclarecimento de uma dúvida: qual o plural de desvio padrão?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?