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    ESPADEIROU-TO

    espadeiro | n. m. | adj.

    Fabricante ou vendedor de espadas....


    ventosa | n. f.

    Vaso ou copo que se aplica sobre a pele para obter pela rarefação do ar uma irritação local....


    espadeira | n. f.

    Planta arbórea (Eperua falcata) da família das leguminosas....


    apazeiro | n. m.

    Planta arbórea (Eperua falcata) da família das leguminosas....


    espadagar | v. tr.

    Dar pranchadas em; golpear com espada....


    espadeirar | v. tr.

    Dar pranchadas em; golpear com espada....


    espadal | n. m.

    Casta de uva tinta....


    frade | n. m.

    Homem que se tornou membro de ordem religiosa. [Feminino: freira.]...


    alfageme | n. m.

    Barbeiro que afiava armas brancas....


    açacalador | n. m.

    Oficial de espadeiro que tem como função polir as lâminas....


    apá | n. m.

    Cesto entrançado de fibras vegetais, usado como peneira....


    peixe-espada | n. m.

    Designação dada a várias espécies de peixes marítimos esguios, compridos e em forma de espada....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.