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    Pesquisa nas Definições por:

    ESMALTARAS

    Que tem guizo de esmalte diferente do esmalte do animal....


    anielado | adj.

    Esmaltado com nielo....


    bicado | adj.

    Diz-se da ave que tem o bico de esmalte diferente do esmalte do corpo....


    coleirado | adj.

    Diz-se do animal que tem uma coleira de cor diferente à do resto do corpo....


    Diz-se da figura que, entrando noutra transparente, tem um esmalte na parte entrada e outro na que sobressai....


    esmaltado | adj.

    Coberto de esmalte; ornado de esmalte....


    membrado | adj.

    Diz-se das aves representadas nos escudos com pernas de esmalte diferente do corpo....


    dédalo | n. m. | adj.

    Lugar em que os caminhos estão dispostos de modo que é fácil perder-se neles....


    lacreada | n. f.

    Espécie de ornamento com esmalte, pintura ou verniz de lacre da Índia....


    nigelo | n. m.

    Esmalte negro....


    brica | n. f.

    Quadrado de esmalte diferente no canto esquerdo do chefe....


    carnação | n. f.

    Cor natural da carne humana....


    odontoma | n. m.

    Tumor coberto com uma parte do esmalte do dente em que se forma....


    nielo | n. m.

    Esmalte negro....


    nigelagem | n. f.

    Arte de gravar em metal com esmalte preto....


    contrafaixa | n. f.

    Faixa dividida em duas, de diferente esmalte, nos brasões....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.