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    Pesquisa nas Definições por:

    ENVENENEMOS-VOS

    envenenado | adj.

    Que tomou veneno; misturado com veneno ou a quem se propinou veneno....


    ervado | adj.

    Coberto de erva (ex.: terreno ervado)....


    venéfico | adj.

    Relativo a venefício ou a envenenamento....


    cururu | n. m.

    Planta trepadeira, da família das sapindáceas, de suco venenoso....


    ticuma | n. f.

    Tóxico vegetal com que os caboclos envenenam as setas....


    Ato ou efeito de curarizar ou de envenenar com curare....


    hemotoxia | n. f.

    Envenenamento do sangue....


    venefício | n. m.

    Envenenamento acompanhado de sortilégio....


    dafnismo | n. m.

    Envenenamento por dafnina....


    envenenador | adj. n. m.

    Que ou aquele que envenena....


    intoxicante | adj. 2 g. n. m.

    Que ou o que produz envenenamento; que ou o que intoxica....


    venenoso | adj.

    Que encerra veneno ou que o produz....


    envenenar | v. tr. | v. pron.

    Propinar veneno a....


    tinguijar | v. tr. | v. intr.

    Embebedar ou atordoar com tingui....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?