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    Pesquisa nas Definições por:

    Desforrou

    pago | adj.

    Que se pagou....


    represália | n. f.

    Dano que se faz sofrer a outrem, como indemnização ou resposta em relação a outro dano causado por esse outrem....


    Ferramenta dotada de cabo, usada pelos bombeiros para abrir espaços no forro dos tetos....


    forra | n. f.

    Desforra ou vingança em relação a algo ou alguém....


    ultriz | n. f.

    Aquela que se vinga, que tira desforra; mulher vingadora....


    ultrice | n. f.

    Aquela que se vinga, que tira desforra; mulher vingadora....


    despique | n. m.

    Ato de despicar ou de despicar-se....


    revindicta | n. f.

    Vingança de uma vingança....


    recibo | n. m.

    Declaração escrita de se ter recebido algo....


    desforra | n. f.

    Ato ou efeito de desforrar ou de se desforrar....


    revanche | n. f.

    Atitude de quem se sente ofendido ou lesado por outrem e efetua contra ele uma ação mais ou menos equivalente....


    vingança | n. f.

    Ato ou efeito de vingar ou de se vingar....


    troco | n. m.

    Número de moedas de pouco valor que em conjunto constitui valor igual ao de uma só moeda ou nota....


    vindicta | n. f.

    Atitude de quem se sente ofendido ou lesado por outrem e efetua contra ele uma ação mais ou menos equivalente (ex.: o momento da vindicta parecia ter chegado)....


    vindita | n. f.

    Atitude de quem se sente ofendido ou lesado por outrem e efetua contra ele uma ação mais ou menos equivalente (ex.: vindita política)....


    desforrador | n. m.

    Ferramenta dotada de cabo, usada pelos bombeiros para abrir espaços no forro dos tetos....


    atazanar | v. tr.

    Desgarrar com tenazes a carne de....


    atenazar | v. tr.

    Desgarrar com tenazes a carne de....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?