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    deflagrava

    Combustão com chama intensa sem explosão....


    antideflagrante | adj. 2 g.

    Que impede ou dificulta a deflagração ou a combustão (ex.: materiais antideflagrantes; proteção antideflagrante)....


    deflagrar | v. tr. e intr.

    Tornar ou ficar ativa a combustão de uma matéria inflamável, geralmente com explosão ou com chama intensa....


    deflagrante | adj. 2 g.

    Que deflagra ou faz deflagrar (ex.: impacto deflagrante)....


    despoletar | v. tr.

    Desarmar a espoleta ou o detonador, impedindo a explosão (ex.: despoletar uma granada)....


    municial | adj. 2 g.

    Relativo a munição (ex.: análise de elementos municiais deflagrados; perícia municial)....


    deflagrador | n. m. | adj. n. m.

    Instrumento que serve para, de longe, incendiar substâncias explosivas....



    Dúvidas linguísticas


    Eu posso usar a palavra amiguíssima? Recebi um texto de um autor desconhecido que contém esta palavra: "Mulheres, personalidades honradíssimas Temos nós, orgulho em tê-las. Mãe, amada, irmã... amiguíssimas Impossível não percebê-las. Desde as meigas, às extremistas, Não há quem possa vencê-las." Coloquialmente é errado falar/escrever esta palavra?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?