PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    DESFORCEIS-MAS

    chapada | n. f.

    Planura ou chã no meio da encosta de um monte ou num terreno elevado....


    represália | n. f.

    Dano que se faz sofrer a outrem, como indemnização ou resposta em relação a outro dano causado por esse outrem....


    desforço | n. m.

    Reparação de afronta (por meio de força)....


    desabafo | n. m.

    Ato ou efeito de desabafar....


    desforra | n. f.

    Ato ou efeito de desforrar ou de se desforrar....


    vingança | n. f.

    Ato ou efeito de vingar ou de se vingar....


    vindicta | n. f.

    Atitude de quem se sente ofendido ou lesado por outrem e efetua contra ele uma ação mais ou menos equivalente (ex.: o momento da vindicta parecia ter chegado)....


    vindita | n. f.

    Atitude de quem se sente ofendido ou lesado por outrem e efetua contra ele uma ação mais ou menos equivalente (ex.: vindita política)....


    desforçador | adj. n. m.

    Que ou aquele que desforça ou se desforça....


    desforçar | v. intr. e pron.

    Vingar (uma ofensa) pela força....




    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?