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    descartarmos

    Silogismo sobre o qual Descartes fundou toda a sua doutrina filosófica....


    Frase de Cícero que encerra em si o germe da teoria de Descartes sobre a dúvida; esta conduz-nos à verdade, ensinando-nos a não aceitar qualquer proposição ou doutrina senão depois de cientificamente demonstrada....


    garatusa | n. f.

    Ação ou atitude para enganar....


    volte | n. m.

    Jogo no voltarete que consiste em voltar a primeira carta que fica no resto, carta que há de ser o trunfo, e à vista da qual o que faz o volte se descarta, deixando as cartas que sobejam para os seus dois parceiros....


    resguardo | n. m.

    Ato ou efeito de resguardar ou de resguardar-se....


    descarte | n. m.

    Ato ou efeito de descartar ou de se descartar....


    Sistema de filosofia, criado por Descartes, que procura explicar as relações entre a alma e o corpo....


    baldar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Frustrar, inutilizar....


    descartar | v. tr. | v. pron.

    Desfazer-se de (certas cartas)....


    desengavetar | v. tr.

    Tirar da gaveta (ex.: desengavetou os manuscritos)....


    empandeirar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tornar ou ficar pando ou bojudo....


    bloco | n. m.

    Corpo ou porção ou corpo volumoso e sólido....


    sobrebota | n. f.

    Bota, geralmente em material maleável, que se usa sobre o calçado normal, geralmente como proteção adicional (ex.: sobrebotas descartáveis; sobrebotas térmicas com fecho traseiro)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a pronúncia correcta da palavra sintaxe?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?