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    Pesquisa nas Definições por:

    DECIFRES-MAS

    paleografia | n. f.

    Ato de decifrar escritos antigos....


    édipo | n. m.

    Decifrador de enigmas....


    enigmatista | n. 2 g.

    Pessoa que inventa ou decifra enigmas....


    hieróglifo | n. m.

    Nome dado aos carateres da escrita dos antigos egípcios....


    Análise ou decifração de comunicação ou escrita codificada ou secreta....


    contracifra | n. f.

    Chave com que se decifra um texto cifrado....


    charadista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou a pessoa que compõe ou decifra charadas....


    adivinhar | v. tr.

    Prever por meios naturais ou desconhecidos....


    codificar | v. tr.

    Reduzir ou reunir em código....


    Analisar ou decifrar comunicação ou escrita codificada ou secreta....


    decodificar | v. tr.

    Traduzir em linguagem clara uma informação codificada....


    descodificar | v. tr.

    Traduzir em linguagem clara uma informação codificada....


    ler | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr.

    Interpretar o que está escrito; proceder à leitura de (ex.: ler um livro; leu uma história ao filho; aprender a ler)....


    grifo | n. m.

    Coisa difícil de decifrar ou de compreender....


    leitura | n. f.

    Ato ou hábito de ler (ex.: a leitura ajuda a desenvolver o raciocínio)....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?