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    Converti-mo

    conversivo | adj.

    Que tem a virtude de converter ou transmutar....


    dessorado | adj.

    Que se dessorou (ex.: coalhadas dessoradas)....


    Que tem emulsão; convertido em emulsão....


    enqueijado | adj.

    Coalhado, em estado de servir para queijo; convertido em queijo....


    Que é relativo às condições térmicas e acústicas (ex.: isolamento termoacústico)....


    láctase | n. f.

    Enzima que converte a lactose em glicose e galactose....


    óvulo | n. m.

    Pequeno ovo....


    missionário | n. m. | adj.

    Aquele que foi incumbido de realizar determinada missão....


    emulsionante | adj. 2 g. | n. m.

    Que emulsiona ou converte em emulsão (ex.: aditivo alimentar emulsionante)....


    emulsificante | adj. 2 g. | n. m.

    Que emulsiona ou converte em emulsão (ex.: aditivos alimentares emulsificantes)....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?