Pesquisa nas Definições por:

    consomem-mas

    definhado | adj.

    Muito magro; ralado, consumido....


    estilado | adj.

    Feito segundo o bom estilo....


    tabescente | adj. 2 g.

    Que tem tabe; que se consome ou apodrece....


    aeróbico | adj.

    Que acelera a respiração e o consumo de oxigénio....


    etanólico | adj.

    Relativo a etanol ou a álcool etílico (ex.: consumo etanólico)....


    canábico | adj.

    Relativo à canábis ou ao seu consumo (ex.: derivados canábicos; euforia canábica)....


    défice | n. m.

    Saldo negativo no orçamento do Estado....


    mirração | n. f.

    Ato de mirrar; consumição....


    pedrada | n. f.

    Ato de arremessar uma pedra....


    socialismo | n. m.

    Sistema daqueles que querem transformar a sociedade pela incorporação dos meios de produção na comunidade, pelo regresso dos bens e propriedades particulares à coletividade, e pela repartição, entre todos, do trabalho comum e dos objetos de consumo....


    IVA | n. m.

    Imposto geral que incide sobre o consumo de bens e serviços, em taxas variáveis e nas várias fases do circuito económico....


    ardido | adj. | n. m.

    Que foi consumido pelo fogo; que ardeu (ex.: a área ardida deste ano é superior à do ano passado)....


    sobreconsumo | n. m.

    Consumo excessivo (ex.: sobreconsumo alimentar)....


    cura | n. f. | n. m.

    Ato ou efeito de curar ou de se curar....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.