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    cartardes-tos

    baldo | adj.

    Que tem falta de algo....


    encartado | adj.

    Que tem diploma para poder exercer determinada profissão ou atividade....


    falho | adj.

    Que tem falha, fenda (ex.: terrina falha)....


    Que remite ou em que há remissão....


    cartista | adj. 2 g.

    Relativo a carte ou a cartismo....


    Que autoriza a conferir ordens sacras (ex.: carta dimissória, documento dimissório)....


    Usa-se para indicar que o serviço de restauração é feito segundo o que está numa lista de pratos (ex.: menu à la carte)....


    Que usa as cartas do baralho ainda não distribuídas (ex.: o voltarete é um jogo acascarrilhado)....


    isoiético | adj.

    Relativo a isoieta (ex.: carta isoiética)....


    Fórmula que se usava na despedida das cartas....


    Carta fechada que contém instruções e ordens secretas, para ser unicamente aberta em dadas circunstâncias....


    Aludindo ao escorpião que tem a peçonha na cauda, os romanos aplicavam a locução a carta, discurso, etc., em cujo final o seu autor concentrara toda a malícia....


    Que usa variações de cores ou de padrões para indicar a distribuição de dados ou de um fenómeno (ex.: carta coroplética; mapa coroplético)....


    alvará | n. m.

    Documento que uma autoridade passa a favor de alguém, certificando, autorizando ou aprovando certos atos ou direitos (ex.: alvará de construção)....


    banqueiro | n. m.

    O que faz operações bancárias ou detém um banco....


    champurrião | n. m.

    Ato de dar juntas todas as cartas que pertencem a cada parceiro....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual ou quais destas frases é que estão correctas a nível da colocação das vírgulas: A - O João prometeu que saía connosco e quando chegou o dia cumpriu o prometido. B - O João prometeu que saía connosco e , quando chegou o dia combinado cumpriu a promessa. C - O João prometeu que saía connosco e, quando chegou o dia combinado, cumpriu a promessa.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.