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    campimos-mas

    Diz-se do leão quando, no campo do escudo, se representa com as patas firmes, menos uma de diante, que está erguida na direção do corpo....


    campestre | adj. 2 g.

    Do campo; rústico, próprio do campo....


    maceguento | adj.

    Diz-se do campo em que abunda a macega....


    De modo desgracioso; sem graça ou elegância (ex.: o jovem corria desgraciosamente pelo campo)....


    extracampo | adj. 2 g. 2 núm.

    Que sucede fora do campo de futebol....


    extragramado | adj. 2 g. 2 núm.

    Que sucede fora do campo de futebol....


    Relativo a fumarola (ex.: campo fumarólico)....


    almargem | n. m.

    Terreno destinado a pasto....


    almofala | n. f.

    Campo, arraial em que se reside algum tempo....


    aro | n. m.

    Pequeno arco....


    Ato ou efeito de arranchar ou arranchar-se....


    aringa | n. f.

    Campo fortificado (na África)....


    bangaló | n. m.

    Casa de campo indiana....


    barraco | n. m.

    Corte no campo para bois, só para servir de dia....


    barrado | adj. | n. m.

    Que tem barra....


    chalé | n. m.

    Pequena casa de madeira dos montanheses da Suíça....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho dúvidas quanto ao significado do termo "desalargar" dado pelo dicionário. Não sou nenhum especialista na língua portuguesa, mas penso que desalargar não significa "alargar, tornar mais largo". Para mim, faz mais sentido o oposto, até porque o prefixo deste verbo ("des-"), tanto quanto sei, nega o verbo alargar; ou estou enganado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?