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    Pesquisa nas Definições por:

    CALDARMOS-TA

    gancha | n. f.

    Gadanha para o feno....


    osmazoma | n. f.

    Substância alimentícia da carne que forma a base do caldo....


    mojica | n. f.

    Caldo engrossado com qualquer substância alimentar, como milho, arroz, castanha, etc....


    saldo | n. m. | adj.

    Resto....


    caldense | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo à cidade de Caldas da Rainha....


    paparote | n. m.

    Caldo feito com castanhas piladas....


    baclava | n. f.

    Pastel doce, com origem no Médio Oriente, feito com massa folhada muito fina geralmente recheada com frutos secos como amêndoas ou pistachos e coberta com mel ou calda....


    açaí | n. m.

    Palmeira (Euterpe oleracea) de caule anelado, cujos frutos são comestíveis....


    ginga | n. f.

    Espécie de remo que, apoiado num encaixe sobre a popa, faz andar a embarcação....


    funje | n. m.

    Papa de farinha de mandioca com caldo....


    mafé | n. 2 g.

    Molho ou caldo, geralmente feito de carne, peixe ou marisco (ex.: o mafé serve de acompanhamento à bianda)....


    cavacório | n. m.

    Bolo seco coberto de calda de açúcar, semelhante à cavaca, mas mais pequeno....


    canja | n. f.

    Caldo de galinha ou outra ave, geralmente com arroz ou massa....


    resulho | n. m.

    A parte sólida do caldo....


    vianda | n. f. | n. f. pl.

    Qualquer espécie de alimento, em especial de carne....


    consomê | n. m.

    Caldo, geralmente de carne ou peixe, apurado por uma longa cozedura....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?