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    Pesquisa nas Definições por:

    CALAVAS-MAS

    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    mudo | adj.

    Que não tem uso da palavra oral ou da capacidade de falar....


    sonsinho | adj.

    Velhaco; solerte; songa....


    vonda | adv. | interj.

    Muito....


    basta | interj.

    Expressão usada para interromper ou mostrar intenção de parar uma ação ou para fazer calar....


    Preceito do direito antigo que se aplica, na linguagem vulgar, quando alguém só responde com o silêncio ao que se lhe pergunta....


    Preceito do direito antigo que se aplica, na linguagem vulgar, quando alguém só responde com o silêncio ao que se lhe pergunta....


    taciturno | adj.

    Que fala pouco; que é de poucas palavras....


    arrufo | n. m.

    Demonstração de agastamento (entre pessoas amigas, calando o motivo dele)....


    arinque | n. m.

    Cabo que prende a boia à âncora....


    calador | n. m.

    Tripulante que deita a rede ao mar....


    caladura | n. f.

    Ato de calar (queijos, melancias, etc.)....


    calei | n. m.

    Indivíduo que, junto de alguns sobas de Angola, dava audiência permanente ao povo....


    calhe | n. f.

    Rua estreita....


    calheta | n. f.

    Pequena baía ou enseada, geralmente entre costas altas....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?