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    Pesquisa nas Definições por:

    BONDADES

    bizarro | adj.

    Que se destaca pela postura, distinção, elegância (ex.: porte bizarro)....


    magnânimo | adj.

    Que tem grandeza ou magnanimidade (ex.: chefe magnânimo)....


    meigo | adj.

    Que manifesta carinho ou afeto; dotado de meiguice....


    madrasto | adj.

    Que não mostra afeto, bondade ou generosidade (ex.: mundo madrasto; sorte madrasta)....


    omnibenevolente | adj. 2 g.

    Que tem benevolência ou bondade ilimitada....


    Que tem conversa agradável; com quem é fácil conversar e conviver....


    justiça | n. f.

    Prática e exercício do que é de direito....


    oxímoro | n. m.

    Combinação engenhosa de palavras cujo sentido literal é contraditório ou incongruente (ex.: bondade cruel é um oxímoro)....


    bom | adj. | n. m. | interj.

    Que é como deve ser ou como convém que seja; que corresponde ao que é desejado ou esperado (ex.: ela é uma boa chefe; queria comprar um bom carro)....


    bondade | n. f.

    Disposição natural que nos leva a fazer bem e nunca mal....


    bonomia | n. f.

    Bondade aliada à simplicidade de maneiras....


    humanidade | n. f. | n. f. pl.

    Conjunto dos seres humanos (ex.: está a ser julgado por crimes contra a humanidade)....


    benignidade | n. f.

    Qualidade do que é benigno, bom....


    clemência | n. f.

    Virtude que modera o rigor da justiça....


    epiqueia | n. f.

    Interpretação razoável de uma lei ou preceito....


    favor | n. m.

    Serviço gratuito prestado ou recebido (ex.: posso pedir um favor?)....


    ingrato | adj. | n. m.

    Falto de gratidão; não agradecido aos favores ou benefícios....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.