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    bainhamos-lhe

    coleodermo | adj.

    Diz-se dos animais cujo envoltório natural é uma espécie de saco....


    vaginiforme | adj. 2 g.

    Que tem forma de vagina ou de bainha....


    vaginulado | adj.

    Que tem vagínulas, pequenas bainhas....


    desmielinizante | adj. 2 g.

    Que provoca desmielização ou danificação da bainha de mielina (ex.: doença desmielinizante; polineuropatia desmielinizante)....


    basta | n. f.

    Cada um dos pontos (guita e rodela de pano ou fios de lã) que atravessam o colchão ou a almofada para reterem o enchimento....


    funéu | n. m.

    Cordão que passa por dentro de uma bainha, permitindo que esta se franza ou desfranza....


    catana | n. f.

    Sabre longo de origem japonesa....


    coleorriza | n. f.

    Bainha membranosa que envolve a radícula do embrião de certas plantas monocotiledóneas....


    dolo | n. m.

    Artifício fraudulento....


    orla | n. f.

    Extremidade de uma superfície....


    vagina | n. f.

    Canal que conduz ao colo do útero e que se abre na vulva....


    Ato, efeito ou processo de fornecer ou adquirir uma bainha de mielina (ex.: mielinização dos axónios neuronais)....


    Ato, efeito ou processo de danificar ou perder a bainha de mielina (ex.: desmielinização do sistema nervoso central)....


    costura | n. f.

    Ato ou efeito de coser....


    réstio | n. m.

    Género de plantas herbáceas da África Austral, Madagáscar e Austrália, com folhas reduzidas às bainhas....



    Dúvidas linguísticas


    Procuro uma palavra que poderá significar "capacidade de difundir" a que chamei difusividade, termo que me advém do inglês difusivity. Não encontrei qualquer entrada no dicionário, nem nas perguntas frequentes.


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.