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    Pesquisa nas Definições por:

    ATOLEIMARAM-VOS

    atolambado | adj.

    Que é ou se tornou um pouco tolo....


    toleima | n. f.

    Qualidade de atoleimado....


    biruta | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Dispositivo que consiste numa espécie de saco cónico de tecido colocado no alto de um mastro para indicar a direção e intensidade do vento....


    atoleimado | adj. n. m.

    Que ou quem é ou parece um pouco tolo; que ou quem tem modos de tolo....


    inês-da-horta | n. 2 g.

    Pessoa insignificante, atoleimada ou ingénua em demasia....


    apascaçar | v. tr. e pron.

    Tornar(-se) pascácio ou atoleimado....


    atoleimar | v. tr. e pron. | v. pron.

    Tornar(-se) tolo....


    atolado | adj.

    Metido em atoleiro ou enterrado em lamaçal....


    apascado | adj.

    Que é ou parece palerma, tolo....


    aloilado | adj.

    Que é ou parece um pouco tolo; que tem modos de tolo....


    mamota | n. 2 g. | n. f.

    Pessoa atoleimada, aparvalhada....


    zaruca | n. f. | adj. 2 g.

    Estado de pessoa embriagada....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?