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    ASSUSTÁRAMOS-LHO

    alarmante | adj. 2 g.

    Que põe em alarme....


    aterrado | adj.

    Que se aterrou ou assustou....


    chucro | adj.

    Bravo ou ainda não domesticado (ex.: animais chucros)....


    enleado | adj.

    Entrelaçado, emaranhado....


    Que sente ou demonstra medo; que se amedrontou (ex.: o garoto ficou tão amedrontado que nem sabia o que fazer)....


    cobardolas | n. 2 g. 2 núm.

    Pessoa que se assusta muito facilmente ou tem medo de muita coisa....


    sobrevento | n. m.

    Coisa que sobrevém e altera o andamento de algo, ou que assusta ou inquieta....


    arrepiado | adj. | n. m.

    Que se arrepiou....


    assustado | adj. | n. m.

    Que se assustou....


    estria | n. f.

    Bruxa ou vampiro, geralmente com rosto de mulher, que as superstições populares dizem que suga o sangue às crianças....


    zoeira | n. f. | n. 2 g.

    Ruído confuso ou constante (ex.: saí do concerto com uma zoeira na cabeça)....


    frio | adj. | n. m.

    Privado de calor....




    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.